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Loja Física Online: Franquia reinventa negócio para driblar crise do coronavírus

Por Paulo Gratão - PEGN







Dormir no ponto não foi a opção de Rafael Moura quando soube que todas as franquias da sua rede, a I Wanna Sleep, precisariam ser fechadas por conta da quarentena do novo coronavírus. Em tempo recorde, ele precisou elaborar uma estratégia para fazer com que os franqueados continuassem vendendo, mesmo com as portas fechadas.

“A crise chegou da noite para o dia e pegou todo mundo de surpresa. Fechar a loja, para quem é do comércio, é sinônimo de faturamento zero”

A rede foi fundada em 2014, em Belo Horizonte (MG), e tornou-se franquia em 2017. Moura entrou no ramo por sugestão de um amigo, mas queria fugir do formato de “lojas branquelas que só vendem colchão”. A ideia é manter a mentalidade de constante inovação, comum as startups. Os franqueados conseguem usar tecnologia para identificar qual o tipo de sono que o consumidor tem e indicar produtos e serviços que podem ajudá-lo a dormir melhor, por exemplo.

O colchão é apenas um dos 3 mil itens disponíveis na loja, além de travesseiros, pijamas, chás e outros acessórios. Algumas lojas também são equipadas com um espaço que oferece massagem, reiki e quiropraxia, além do sistema Body Scan IWS, que mede o nível de pressão do corpo no colchão e ajuda na escolha do produto.


Por essa razão, as vendas virtuais ainda não eram exploradas pela rede - nem estavam nos planos de curto prazo.