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No franchising, se é para crescer, que seja na crise


Por  Karina Lignelli - Diário do Comércio.


Foto: Divulgação


A Mr.Fit, franquia especializada em alimentação saudável, iniciou 2020 com 120 lojas e a meta de chegar a 200 até o fim do ano. Mesmo com a inesperada pandemia, a rede bateu essa meta e hoje está com 362 unidades.


Outras 36 estão em implantação, diz a presidente Camila Miglhorini. Milagre? Não. Assim como em outros cenários recessivos, a crise provocada pela pandemia tem sinalizado oportunidades para empreender.  


"Criei um modelo mais enxuto e achei que ia vender, mas não tanto: desde o começo da pandemia, a rede cresceu o triplo do que tinha crescido nos últimos cinco anos", destaca.

  

Assim como outros setores, o franchising sofreu os impactos da crise, sendo que segmentos como lazer e entretenimento, hotelaria e turismo, moda e alimentação foram os mais afetados pelo isolamento social. 


Para manter a operação ativa, a Mr.Fit passou a isentar ou reduzir taxas e royalties e criou formatos menores, como o home based (cujo investimento inicial caiu de R$ 17 mil para R$ 6.250).


A rede ainda intermedia a negociação de pontos comerciais, tem dado suporte na implantação de delivery e até fez parceria com bancos para liberar crédito para os novos entrantes.